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Contenções de Ellen White às incursões carismáticas no adventismo

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Palestra apresentada no XI Simpósio Sul-Americano de Teologia

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Contenções de Ellen White às incursões carismáticas no adventismo

  1. 1. XI Simpósio Bíblico-Teológico Sul-Americano: (Ml/ fé: vida e ministério mn ,6 . ' L‘, J H a A: Mano Bem-vindo I Welcome I Bienvenido
  2. 2. ContengóésatléEllen G. White ás incursóes carismáticas no adventismo aporte aoídcsafios contemporáneos . á identidade adventista ,9 Srmpóslc» Bíhhcoïecflógxco . Sul Amem ano w . I r’) 1 x A ', ' A, ‘ l o f A :1‘
  3. 3. í XI S: m 1"» han’) Bíbllco TrÉtÉ/ ÏLÏQJJIÏV’! SuFAmerIca m) ‘fit Introdugzáo O presente artigo descreve e contextualiza ash . manifestacóes de espiritualidade carismática no milerismo, especialmente após 0 segundo ¡ e e¿ mglis decisivo desapontamento em 22 de . Outubro de 1844.
  4. 4. t [1 i’ Í. - I’ “V-Iïtïsïiïïfi-filïáïiï-ïï x? JV wernxág-y ' Em seguida, passa a estudar como o 4 fenñlneno reaparece no adventismo em suas primeiras décadas.
  5. 5. Introducáo Faz-se uma anal-ise de declaracóes de Ellen G. White sobre tais manifestacñes, buscando compreender sua reacio ao carísmatismo, bem como o ' erítendimento escatológico que a autora _possuía do fenómeno. ' , Í . «. — . c ' 3. f if, ¿
  6. 6. W Í, - víg ïï/ ÉÏKÍ/ 5 "mnrwxïiïfiáïlïíïtïï-ïï 4 wa ‘¿Gaudí-y ' Por essa dupla razáo, é proposto que os escritos da autora proveem contencáo a incursñes carismáticas no adventismo contemporáneo
  7. 7. X I Ñu m 17 c’) «z ¡ Ü aauáaier ' I. Revolucñes no cristianismo e Sul-Americalh) . surgimento do movimento milerita anglo-saxónico da época experimentava inúmeras reformas sociais, em um’ clima de . otimismo e progresso. Desde o fim do século XVIII, o mundo ,
  8. 8. 9km DE)‘ Ira auaukow ' I. Revolucñes no cristianismo e Sul-Americano . surgimento do movimento milerita O próprio cristianismo estava em expansao nos EUA, sendo que o percentual de membros da igreja ¿em relacáo a populacao passou de 5% a 25% entre 1800 e 1850. . ' (Knight: 201o, 13) d ‘. o _. _,
  9. 9. I. Revolucñes no cristianismo e . surgimento do movimento milerita A velha tradicáo calvinista cedia diante dos principios democráticos .1. da- Revolucáo Americana e do Segundo Grande Reavivamento. (Timm: 2009, 15)
  10. 10. ï/ ‘¡ÏÏJ/ ‘V S Í. - I’ “Iivïtï-ïiïïfi-filïáïïiï-ïï x? JV va_-: a¡. -=v_—_' ' Se por um lado houve genuino interesse no estudo das profecías de Daniel e Apocalipse, por outra havia a forte influencia do emocionalismo religioso oriundo do metodismo.
  11. 11. XI Simpósio Bíblicoïeológico Sul-Amencano . ’ l ' V1 A— O reavivalismo teve grande impulso gracas a pregacáo de D. L. Moody, que - fez um trabalho voltado as massas de trabalhadores industriais; mas . se iniciou nos EUA com o Segundo Grande Reavivamento. Q v d «. _ .0 ' 3. x‘ Ir. .
  12. 12. amuéé I. Revolucñes no cristianismo e Sui Amcrlcaru; ¿’.1 surgimento do movimento milerita ¡Jfiri : i / /', Ï ¿"la , - —< * . yIntensificou-se «xdépois de 1826, e jperíodo em qué Charles G. Finney ' assou a pregar. / ):‘ ' Í ¡r ’G
  13. 13. ï/ ÍÏNÍK‘ 5 , , vil-xa mïintïgïïïaïfim ¿a wa we: ':zn. .-= :.——r ' Finney acreditava que a pregacáo deveria nao se restringir a instrucao, mas proporcionar mudanca espiritual e moral. Para atingir esse fim, ele empregava‘ novos métodos, visando despertar emocñes e levar pessoas a Cristo (Levterov: 2011, 22)
  14. 14. y’ , , ¡("A-ÍLÏÏÏ wï/ ÉÏJX" í Q: l , maL4ga, ¿ -cá mnqgzí Q4 >u en“, wgjáïagg‘ A disseminacáo do espírito reavivamentista do século XIX está ligada com os camping mcetings, reunioes evangelísticas que cruzavam os Estados Unidos e ‘atraíam multidñes de pessoas, pertencentes a todas as racas. (PfiH:2006,343)
  15. 15. W , , ¡("ii-Ü wï/ ÉÏJX" 5 . L ‘r. ' , __ ' o "xf-Iïtï-ïïiï '| I we: ':zn. .-= :.——r ' A época foi igualmente marcada pelo milenianismo, termo que se refere ao otimismo norte-americano que reinava no século XIX, o qual se ajustou bem‘ a visao de que haveria um milenio de paz, antecipando a volta de Jesus.
  16. 16. V, C . .f , ¿A ¿i313 R ‘Wimï-ïiïïfi-ZL , . . wa ïï/ ÁÏÏKÍ/ ï , Os fatores elencados acima, somados ao movimento de santidade de origem metodistas e ao surgimento de novos movimentos, despertou fortes impulsos carismáticos, entre os quais manifestacñes proféticas.
  17. 17. I. Revolucñes no cristianismo e surgimento do movimento milerita Estima-se que entre 1750 e 1820 apareceram ' cerca de 315 alegados profetas na Inglaterra e Estados Unidos. V (Ïuster: 2003, 64)
  18. 18. I. Revolucñes no cristianismo e Sul-Americano '11 surgimento do movimento milerita Exemplos mais conhecidos de supostos profetas americanos no período foram Jemiha Wilkinson; Ann Lee e Joseph Smith.
  19. 19. XI SHT} DÓRIÍÏ) ' I. Revolucñes no cristianismo e Sul-Americano . surgimento do movimento milerita O cristianismo vivia um período de democracia, assegurando que bastava uma atitude de humildade e submissao ao e e Espírito Santo para entender as Escrituras. e (Rowe: 2008, 73)
  20. 20. XI Simpósio Bíblicoïeológico Sul-Amencano . ¡ l á ' j, “¿.1 ¡y g _ í “A íntencáo dele [Miller] era descobrir seu [da Biblia] sentido literal, sistematizar 5‘ suas verdades em um sistema harmonioso le estabelecer a cronología das profecías bíblicas. ” , (Póeler: 1995, 158) _ .1 O _ _. j 3. x‘ 1p, ¿
  21. 21. I. Revolucñes no cristianismo e Sulflmencanu) '11 surgimento do movimento milerita Miller passou ‘a proclamar suas conclusñes a partir de 1831, atraíndo diversos pregadores convencidos" por seu racíocínío.
  22. 22. W , , ¡("ii-Ü wï/ ÉÏKÍX" 5 . L ‘r. ' sum i , __ ' o "MItÍ-ï-ïiï '| I we: ':zn. .-= :.——r ' Ao contrario de grupos como shakers e mórmons, os mílerítas podem ser tidos. como tradícionaís em termos de crencas e estilo de vida, nao enfatizando doutrínas distintivas ou enfases particulares para além da crenca no segundo Advento. (Knight: 201o, 147)
  23. 23. y’ , , ¡(h “T "ímnaggzjïgjgxyjgfigagbj ¿j “a wï/ ÉÏKÍX" 5 ' we: ':zn. .-= :.——r ' Linden define o mílerismo como “religiáo centrada na Biblia”, que oferecía “uma. alternativa ao Deísmo e ao Universalismo. ” Nao se trata de um “culto bizarro”, mas de uma modalidade de reavivamento própria ao cristianismo americano da época. (Lindén: 1978, 64)
  24. 24. XI S: m 1"» han’) emma II. Manífestacóes carismáticas no Sul-Americano '11 movimento milerita Á medida em que o ‘ movimento milerítas caminhava para sua parte final, tornou-se . mais heterogéneo, agregando individuos de diversas tendencias teológicas. "
  25. 25. Simpósio Bíblicoïeológico Sul-Amencano Após o desapontamento de 22 de Outubro i de 1844, e mediante a fratura inevitável do . mílerismo, muitos movímentos surgíram para tentar digerir a decepcáo, dándo-lhe e e alguma explicacáo suficiente.
  26. 26. í- víjÏ-ÏLÏÏÉ H”: wmrtjaggzjïg-{ggfigfiojg ¿j ' ti‘ Baseados na ídeia de que os cálculos de Miller eram corretos e que o evento antecipado por ele, o advento de Cristo, cumpriu-se em 22 de Outubro de 1844, coube a uma parte dos milerítas reinterpretar em que sentido Jesus havia voltado.
  27. 27. X I Su m 17 c’) «z ¡ Ü ' II. Manifestacóes carismáticas no Sul-Americalh) movimento milerita Partíndo de uma ínterpretacáo sobremodo . náo se oumpria de forma física e visível, mas espiritual, significando que Ele passava a a Viver. no coracáo do crente. (Neufield: 1996, 694) alegóríca, entendíam que o retorno de Jesus.
  28. 28. II. Manifestacñes carismáticas no movimento milerita Com Jesus habítando o corpo — um conceíto semelhante ao da encarnacáo —, ” a carne estaría purificada de pecados. (Knight: i010, 212)
  29. 29. í Simpósio Bíblicoïeológico Sul-Americano i ¿Í Um dos movimentos’ mais conhecidos se reuníu em torno de Orlando Squires, cuja . vísáo perfeccionísta se assemelhava a do _ calvinísmo frances e a de John Starkvveather, j a milerita que . movimento por seu perfeccijonísmo. , (IbicL) .1 O divergíu dos líderes do
  30. 30. Simpósio Bíblicoïeológico Sul-Americano _ _>r: V‘ e. - j I -i; x—. j. % ' j/ ., .._. .¿. _ ¡i E Principais crencas: desnecessário todo tipo de i trabalho; a crenca na porta fechada; a ídeia . de agirj como criancas; dissolucáo do _ casamento, fazendo com que os" crentes j a abandonassem suas familias e se vissem livres para se unir sexualmente com outras pessoas. , (Ibid, 213-215) . Í . x. — . c ' 3. x‘ if, ¿
  31. 31. V, C . ,' i, ¡(vá-fi i R msmggzjqaïwgïggbj ¿j “a wï/ ÏÏKÍK"? ' Enoch Jacobs, um dos espiritualistas, já se decidira pelo celibato quando uma tal de írma Curtis lhe disse (por “revelacáo”) que ele sería seu companheiro no mundo eterno. Ele seguiría tendencias esotéricas - inclusive se tornando praticamente um budista e panteísta. _ (Ibid,2l6, 222)
  32. 32. XI Simpósio Bíblicoïeológico Sul-Americano j , r é, . % ' j/ “¿.1 j Entre os grupos de ex-míleritas, um ‘ ' deles se uniu em torno do súbita ídeia de a Hiran- Edson de que o santuário a ser purificado (Dn 8:14) nao era a Terra, de acordo. com a concepcáo de Míler, mas o ' santuario celestial. . Í . x. — . c ' 3. x‘ if, ¿
  33. 33. i [1 i’ Í. - ¡i ‘iïivïtïsïiïïfi-filïáïiï-ïi xj ¿j va_-:2¡. -=v_—_' ' 0 reexame das Escrituras levou tais crentes a se agregarem nao apenas a uma compreensao nova da profecía, porém, a um sistema de crencas bíblicas ínterlígadas: nascia o movimento adventista do sétímo dia.
  34. 34. Ñ) m 17€)‘ ¡ñ asoman ' III. Surgimento e identidade do Sul-Ameriuilh) movimento adventista sabatista O estudo da Biblia fez com que se “estrutura fundamental” se estabeleceu _“durante o período entre 1844 e 1850. (Timm: 2009, 90) formasse um sistema doutrinarío, cuja ‘a
  35. 35. i’ , , ‘i: "wilttigijïfïfigïgojgfigfi; ¿a ' t? wï/ ÉÏKÍX" 5 we: :zn. .-= :.——r ' O sistema de pensamento adventista se estabeleceu devido a diversas influencias. Cada movimento contribuiu para a emergencia de um movin1ent0 mais consciente da necessidade de profundo retorno a Bfiylía como único fundamento da crenca e experiencia religiosa.
  36. 36. enano III. surgimento e identidade do Sul-Americano '11 movimento adventista sabatista A auto-compreensáo do adventismo como 0 remanescente da profecía se deu de forma gradual, oriunda da “interpretacáo profética no contexto escatológico. ” _ (Ma_rtines: _2013, 53)
  37. 37. X I Sl m 17 c’) «z ¡ Ü ' IV. Reacñes de Ellen G. White a Sul-Americalh) incursóes carismáticas no adventismo Um dos grandes. promotores de uma literatura evangélica contemporánea, era Albion Fox Ballenger. Ele, aliás, ajudou a promover Anna Lee. espiritualidade carismática, orientada pela"
  38. 38. Simpósio Bíblicoïeológico Sul-Amencano . ’ V fi ' ,1 “¿.1 “Esses foram arrastados por um engano espírita. Na Assembléia Geral de 1901, eles foram‘ repreendidos por uma mensagem que ¡’ne foi dada pelo Senhor para eles. ” (Evangelismo, 594)
  39. 39. IV. Reacóes de Ellen G. White a Sulflmencanu) ' incursóes carismáticas no adventismo “Quando os seres humanos receberem carne santa, náo permaneceráo na ‘a Terra; mas seráo levados ao Céu. ’f_ (2 Mefisagens Escolhidas, 33)
  40. 40. ¿las? , a1ill‘(‘ogij‘éïfi. gfgr)¡(jgfifi l 4K" ‘Ï ‘:3 ïííïJ/ “Estavam exercendo um dominio espiritualista sobre os que nao eram capazes de ver o mal dessas teorias belamente revestidas. [. ..] A doutrina de que todos eram santos, levara a crenca de que as afeicóes dos santificados nao corriam nunca o risco de se extraviar.
  41. 41. Simpósio Bíblico-Teológtco Sul-Amencano , 2 y a ' ,1 . _ “O resultado desta crenca foi a que, ‘ conquanto professadamente i santificados, estavam longe da pureza de perisamento e_ de prática. ” I (Evangelismo, 600) ' . Í . «. — . c ' 3. f if, ¿ satisfacáo dos maus desejos de coracóes a
  42. 42. X I S: m ¡’uóiuï asumo IV. Reacóes de Ellen G. White a Sul-Americano ' incursñes carismáticas no adventismo “As coisas que descrevestes como tendo haviam de ter lugar imediatamente antes da terminacáo da graca. " ' (2 Nlensagens Escolhidas, 36) lugar em Indiana o Senhor revelou-me que.
  43. 43. ¿las? mattïqïzïggggvygggïgg l 4K" ‘Ï ‘:3 xgííïxi/ “Demonstrar-se-á tudo quanto é estranho. Haverá gritos com tambores, música e danca. Os sentidos dos seres racionais ficaráo tao confundidos que nao se pode confiar neles quanto a decisñes retas. E isto será chamado operacáo do Espírito Santo. ” (2 Mensagens Escolhidas. 36)
  44. 44. IV. Reacóes de Ellen G. White a incursóes carismáticas no adventismo “Quando os seres humanos receberem carne santa, náo permaneceráo na ‘a Terra; mas serño levados ao Céu. ’f_ (Ibid) '
  45. 45. ¿- i l w ' ¿ng a ¿r ¿e “[os] Verdadeiros [cristáos] conhecem o valor da obra interior do Espírito Santo o sobre o coracáo humano. Satisfazem-se com a simplicidade nos cultos. ” (Evangelismo, 502)
  46. 46. IV. Reacóes de Ellen G. White a incursóes carismáticas no adventismo “A verdade deve ser apresentada a mente o mais isenta possível do elemento emocional. ” . . (Evangelismo, 61 l)
  47. 47. Simpósio Blblico-Teológtco Sul-Americano . ’ V ' ,1 A— “A menos que aos crentes sejam inculcadas ideias precisas acerca daa verdadeira adoracáo e da verdadeira reverencia, prevalecerá entre eles uma crescente tendencia para nivelar o que té sagrado e eterno ao que é comum. ” (Testemünhos para a igreja, vol. 5, 500.) , , . Í . «. — . c ' 3. f if, ¿
  48. 48. Simpósio Blblico-Teológtco Sul-Americano % ' ,1 , t É “O diabo está tentando ‘neutralizar a igreja de i Deus por meio da ' tendencia de aceitar a v, música e adoracïio carismáticas e pentecostais, abordagens que focam nos membros ‘da igreja i e e _naq, uele_s que lideram a liturgia, ao contrario v de focar no Deus verdadeiramente adorado. ” . v . . - o .2 f o _ . . ¿v . ,, __
  49. 49. X I Sl m 17 c’) «z ¡ Ü Bíblico‘Tvobïmwïtl ' V. Aportes contemporáneos Sul-Amencalh) “Um falso entendimento da adoracño nos v leva ao cerne das tres mensagens angélicas, uma vez que tais mensagens sao para que o povo voltc á verdadeira adoracáo a Deus e nñoïl falsa, experiencia eufórica,
  50. 50. 5 v V. Aportes contemporáneos -‘+’"¿‘ l . f (¿ar “. _, ‘¡a . f‘! rc , _ “mas, ao contrario, á genuina conexáo - espiritual com Deus por meio do estudo o rada Biblia ‘e da oracáo. ” (lr ‘g ' "A"? '. . ’ Ó . » vvv- seu sermio durango Teoncflio anual, realizado em Silver Spring, em No día ll'de Outubro de v ' , dvlspionfvel «vam: <5ttpz/ Íwwvinadvendstrevieworg/ church-news/ %E2%809698god%E2%80%99s—prophetic- ' y f eñï? ïicgsvag‘e, ¡and-mission-and-their-attcmpted-neuLralizntíon-by-Lhe-devíl%E2%80%99> gr. »‘_¿'s:7 “fïx u. v v . ' l A ‘. ' _ ' 4. 4 v‘ . v , vv , . _ jj/ Ï [f v. fviv/ ¡ , , ,¿¿'/ ¿1.sz. v; ¿’al ¿A 1 v, , , v . _.
  51. 51. s, - á uwbaltfoghjïïfigjgïgjgfiiï 4) “pi; - ir - t? ’ “Por exemplo, 0 eclipse da Escritura e seu impacto no pensamento dos líderes . adventistas torna-se aparente nas recentes mudangas litúrgicas centradas no uso de música popular e no rock na adoragáof’ (Canale: 2010, 136-137)
  52. 52. Í. - vLlí-Ïlfiívivlla uwbaltighjïïfijjgxfigfifig l ¡r u: i’ (¿Í x . ‘e. "2¡. -='_——r A adoragïlo sujeita-se á revelagáo. Testemunhos Seletos, vol. l. 45. Atrai-se náo cristáos ao se adorar corretamente. Evangelismo, 510. Ao Deus estar presente, impressiona os descrentes. Ibid. . 512. E Deus se faz presente por meio da Palavra. ‘From the Heafl. 193.
  53. 53. (¡ly o! _. ‘¡ ' si: o'_ ¿más ‘Hnltyiggaa’ , I|‘ á - :4 1. Ellen G. White viu nas manifestaeóes carismáticas nao apenas um perigo" presente, mas um risco escatológico, com papel decisivo nos últimos eventos.
  54. 54. ¿asi-ü , r.1'. att_ig‘ujïïf. fgr)¡(jg[íü l u: 2. Em seus escritos, encontramos preceitos para um culto que tanto agrade a a Deus, quanto impressione as pessoas que participam dEle.
  55. 55. (¡ly o! _. ‘¡ si: o a _ ¿sin ‘Hilltigbjïïa , I|‘ á - :4 3. A presenea de Deus nao se dá no culto por meio da fomentacáo de um “clima” oriundo (le uma experiencia místico- emocional (dependente do tipo de música ou experiencia religiosa), mas pelo estudo das Escrituras.
  56. 56. Evangelismo. Tatui, SP: Casa Publicadora Brasileira, 2008. From the Heart. Hagerstown, MD: Review and Herald Publishing Association, 2010. Testemunhos para a igreja, vol. S. Tatui, SP: Casa Publicadora Brasileira, 2004. Testemunhos Seletos, vol. l. Tatui, SP: Casa Publicadora Brasileira, 1984. Testemunhos Seletos, vol. 2. Tatui, SI’: Casa Publicadora Brasileira, 19'58.
  57. 57. ï/ giy/ ¿ vam-m ‘ Canale. Fernando. “The Eclipse of Scriptura and the Protcstantization of the Adventist Mind: Part l: The Assumed (Lompatjbiliry with Evangelical Thcology and Ministerial Practices. " journal of Adventista llicological Society. Berrien Springs. Ml, 2010. ano 2l. vol. 2. Hill, jonathan. Zondervan Handbook to the History of Christianity: A Comprehensive Global Survey of the Growth. Spread. and Development of Christianíry. Grand Rapids. Ml. Zondervnn. 2006. jusrer. Susan. Doornsayets: Anglo-American Prophecy in the Age of Revolution. Philadelphia; University ¡{Pennsylvania Press. 2003. Knight. George R. William Miller and the Rise ofAdventism. Nampa. ll): Pacific Pres. 2010. Lindén. lngemar. The last Tmmp: An Historico-henetical Study of Some Important Chapters in the Making and Development of the Seventh-Day Adventist Church. Frankfurt am Main: Bam: Las Vegas: Peter lang. 1978. Levterov. Theodore N. “The Development of the Seventh-Day Adventisr of Ellen (I. Whilrïs Prophctic (Zift. l844—l889". tcse doutoral. Andrews University. 20! l. Martines, (larmelo Luis. El Remancnte Fiel: Un Debate Contemporáneo. Libertador San Martin: Universidad Adventista del Plata. 2013. Ncuficld. Don F. ScventlLDay Adventist Encydopedia. 2a cd, Commentary ¡{references Series. Hagerstown. MD: Review and Herald. 1096. Poder, Rolf]. “Change ¡n Seventh-Day Adventist Thcology: A Study of the Problem of Doctrina! Development“. tesc doutoral. Andrews University, 1995. Rowe. David l- Cod‘: Strange Work: William Miller and the End oflhe World. Library of religious biography. Grand Rapids. Mich: William B. l-herdmans Pub. (Io. 2008. Timm. Alberto R, 0 Santuario E as Tres Mensagens Angélica: Fatores lntegrativos No Dcscrtvolvimento Das Doutrinas Adventistas. Engenhcim (Zoelho, Sie Paulo: Unaiprtzss, 2009. 5a ed.
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